Thiago Monteiro é o segundo eliminado da Casa do Patrão. O educador físico deixou o confinamento da Record na noite desta quinta (7), com 20,61% dos votos no segundo “Tá na Reta” — eliminação por menor preferência do público. Mais do que a saída em si, o que dá relevância ao episódio é o pano de fundo: a estreia de Boninho na Record acumula sinais de tropeço de audiência logo na primeira semana.
Como foi a votação
A berlinda combinou três caminhos diferentes da dinâmica do reality. Luiza foi indicada direto pela Patroa Morena. Sheila foi emparedada pelo Poder do Voto. Thiago entrou na disputa por ser o mais votado pela própria casa. No “Tá na Reta”, o público vota em quem deseja manter no jogo — sai quem recebe menos votos. Luiza ficou com 47,24% (a mais votada), Sheila teve 32,15%, e Thiago saiu com 20,61%. Diferença pequena, jogo apertado.
Audiência: 36% abaixo da estreia
No mesmo período, a Casa do Patrão registrou 3,0 pontos médios na Grande São Paulo — queda de 36% em relação aos 4,7 pontos da estreia, em 27/04. O número fica abaixo da última A Fazenda, que abriu com 5,5 pontos na semana inaugural, e do Power Couple anterior, que marcou 4,7. É uma rara combinação: queda forte no Ibope + repercussão tímida nas redes para um produto recém-estreado.
A bronca de Hassum
No próprio “Tá na Reta”, Leandro Hassum interrompeu a dinâmica para repreender o elenco ao vivo, dizendo que a casa estava “sem comprometimento”. Cena rara: apresentador chamando a atenção do elenco em programa novo, ainda em fase de construção de personagens, costuma ser sintoma editorial — não confiança. Especialistas ouvidos pela imprensa já apontaram a proibição de redes sociais para os confinados como possível ponto de fricção; outros notam a ausência de um “Big Boss” forte como cara central do programa.
O que esperar agora
Thiago concede a primeira entrevista pós-confinamento no Hoje em Dia nesta sexta (8), e deve comentar a relação com a Patroa Morena e a recepção do público. O próximo “Tá na Reta” é na quinta-feira (14). A Record tem 70+ dias de programa pela frente — espaço de sobra para reagir, mas o sinal de alerta da primeira semana é difícil de ignorar.





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